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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

A cronoterapia para distúrbios do ritmo circadiano pode melhorar os sintomas do TDAH: Um estudo

 




A cronoterapia para distúrbios do ritmo circadiano pode melhorar os sintomas do TDAH: estudo

Intervenções para o sono e a saúde circadiana podem funcionar como abordagens adjuvantes de baixo risco para tratar o TDAH e condições psiquiátricas, de acordo com duas novas revisões de pesquisa.



Por Nicole C. Kear

Atualizado em 16 de janeiro de 2026


16 de janeiro de 2026


Intervenções na saúde circadiana podem melhorar os sintomas de TDAH em um grupo significativo de indivíduos com transtorno de déficit de atenção, de acordo com uma nova revisão publicada na Frontiers in Psychiatry.1 Para alguns, o desalinhamento circadiano pode desempenhar um papel na fisiopatologia do TDAH, e intervenções circadianas direcionadas podem complementar o tratamento do TDAH para esses indivíduos, concluíram os autores do estudo após uma revisão das pesquisas existentes.


Outra revisão narrativa na PLOS Mental Health explorou os mecanismos neurobiológicos de condições psiquiátricas, incluindo depressão, ansiedade e TDAH, e a relação bidirecional que elas têm com o sono. Essa pesquisa também descobriu que o sono é um elemento essencial no controle dos sintomas desses transtornos.2


«Os distúrbios do sono, incluindo insónia, hipersonia e desalinhamento circadiano, são altamente prevalentes e clinicamente significativos em vários transtornos psiquiátricos. Os problemas de sono são características transdiagnósticas, afetando a apresentação diagnóstica, as trajetórias prognósticas e a patologia subjacente», escrevem os autores da revisão da PLOS. «O sono é um fator tratável na saúde mental, oferecendo


Fonte: https://www.additudemag.com/chronotherapy-circadian-rhythm-disorder-bright-light-therapy/?ecd=wnl_additude_260212_cons_adhd_treatment&goal=0_d9446392d6-4aaf814cc7-318404958

Fonte do Texto


1Luu, B., & Fabiano, N. (2025). ADHD as a circadian rhythm disorder: Evidence and implications for chronotherapy. Frontiers in Psychiatry, 16, 1697900. https://doi.org/10.3389/fpsyt.2025.1697900

2Hyndych A, Koval K, Dzeruzhynska N, Mader EC. Sleep and psychiatric disorders: Bidirectional interactions and shared neurobiological mechanisms. PLOS Ment Health. 2025;2(12):e0000531. doi:10.1371/journal.pmen.0000531

3Wajszilber D, Santiseban JA, and Gruber R. Sleep disorders in patients with ADHD: impact and management challenges. Nat Sci Sleep. (2018) 10:453–80. doi: 10.2147/nss.s163074

4Baird AL, Coogan AN, Siddiqui A, Donev RM, and Thome J. Adult attention-deficit hyperactivity disorder is associated with alterations in circadian rhythms at the behavioural, endocrine and molecular levels. Mol Psychiatry. (2012) 17:988–95. doi: 10.1038/mp.2011.149

5Ramos, J. K. N., Grevet, E. H., Junger-Santos, I., Ciochetti, N. P., Bandeira, C. E., de Araujo Tavares, M. E., de Oliveira, V. F., Vitola, E. S., Rohde, L. A., Grassi-Oliveira, R., da Silva, B. S., Dotto Bau, C. H., & Rovaris, D. L. (2025). Shared biological pathways linking ADHD and cortisol variability are related to externalizing behaviors. Psychoneuroendocrinology, 181, Article 107587. https://doi.org/10.1016/j.psyneuen.2025.107587

6Lunsford-Avery JR, Scott H, and Kollins SH. Editorial Perspective: Delayed circadian rhythm phase: a cause of late-onset attention-deficit/hyperactivity disorder among adolescents? J Child Psychol Psychiatry. (2018) 59:1248–51. doi: 10.1111/jcpp.12956

7Van Veen MM, Kooij JJS, Boonstra AM, Gordijn MCM, and Van Someren EJW. Delayed circadian rhythm in adults with attention-deficit/hyperactivity disorder and chronic sleep-onset insomnia. Biol Psychiatry. (2010) 67:1091–6. doi: 10.1016/j.biopsych.2009.12.032

8van Andel E, Bijlenga D, Vogel SWN, Beekman ATF, and Kooij JJS. Effects of chronotherapy on circadian rhythm and ADHD symptoms in adults with attention-deficit/hyperactivity disorder and delayed sleep phase syndrome: a randomized clinical trial. Chronobiology Int. (2020) 38:260–9. doi: 10.1080/07420528.2020.1835943

9van der Heijden KB, Smits MG, Van Someren EJW, Ridderinkhof KR, Gunning WB., et al. Effect of melatonin on sleep, behavior, and cognition in ADHD and chronic sleep-onset insomnia. . J Am Acad Child Adolesc Psychiatry. (2007) 46:233–41. doi: 10.1097/01.chi.0000246055.76167.0d

10Rybak YE, McNeely HE, Mackenzie BE, Jain UR, Levitan RD, et al. An open trial of light therapy in adult attention-deficit/hyperactivity disorder. J Clin Psychiatry. (2006) 67:1527–35. doi: 10.4088/jcp.v67n1006

11Wynchank DS, Bijlenga D, Lamers F, Bron TI, Winthorst WH, Vogel SW, et al. ADHD, circadian rhythms and seasonality. . J Psychiatr Res. (2016) 81:87–94. doi: 10.1016/j.jpsychires.2016.06.018

12Facer-Childs ER, Middleton B, Skene DJ, and Bagshaw AP. Resetting the late timing of ‘night owls’ has a positive impact on mental health and performance. Sleep Med. (2019) 60:236–47. doi: 10.1016/j.sleep.2019.05.001

sábado, 1 de março de 2025

O começo de Tudo

 



Depois de muito tempo ausente na produção textual resolvi criar um blog sobre o transtorno Déficit de atenção hiperatividade condição neurológica que descobriu em 2015, em meio a um período na faculdade em que percebi que não conseguia resolver as questões de equações diferenciais sem ter algum tipo de “apagão”.

 

De início pensei, que meu problema seria discalculia ou até mesmo dislexia depois reprovei na alfabetização, por incrível que pareça. Chegar a um diagnóstico de TDAH foi uma via crucis, porque tudo começou lá na infância e um Belo dia em que resolvi sair da sala de aula sem pedir para a professora, e para mim isso era altamente normal, até o momento em que ela resolveu ir atrás de mim dentro do banheiro puxava os cabelos, uma agressão que responde também batendo nela.

 

Depois disso a minha vida virou de cabeça para baixo, por isso a professora disse que eu era louco da cabeça e que não ficava ali na escola se não fizesse uma eletroencefalograma, que já naquele tempo demonstrou uma alteração das ondas alfa e aí começou a minha odisseia, não tão nobre como a Odisseia de Homero, mas que me trouxe sofrimento durante um bom tempo da minha vida, porque aquilo criou um estigma, o estigma da loucura.

 

Hoje eu vejo a explosão de casos de TDAH, e de autismo de todos os níveis e aliás, atualmente estou tentando fechar um diagnóstico de autismo suporte nível um, sobre essa experiência de escreverem em um outro post do blog.

 

Já vi que é escrita é uma abordagem da psicologia e na terapia que ajuda o paciente a se curar de seus traumas interiores, embora agora nesse momento não tenha nenhum autor para citar e nenhum psicólogo, vou tentar mais tarde escrever sobre isso.

 

De todo modo, a principal problemática que enxerga hoje em dia com relação não somente o TDAH em adultos como também o autismo é a falta de uma política pública, e da sensibilização os próprios profissionais de saúde. É isso mesmo que você está lendo, infelizmente o Brasil é um país altamente hostil para com a sua população neuro divergente, e parece que vivemos uma espécie de eugenia não oficial e não declarada, que está presente não apenas no sistema de saúde que para mim sinceramente não é acolhedor, mas também está presente nas empresas, e principalmente nas instituições públicas como escolas e universidades.

 

Sobre essa experiência escolar e também na academia eu tenho muita coisa para escrever e relatar, mas vai ficar para uma outra oportunidade. Por enquanto este é um post apenas de estreia e é o passo inicial de quem sabe mais uma jornada literária.

 

Até a próxima!


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